Como um encontro me levou a Sertãozinho — e o que o Canathon me lembrou sobre ecossistemas e possibilidades

Nem sempre a inovação nasce do inesperado — mas muitas das boas conexões, sim. E foi exatamente isso que me levou ao Canathon , no interior de São Paulo.

Conheci o Rodrigo, da Agronomic, no REC’n’Play — uma conversa simples, sem intenção formal — e descobrimos que o evento que ele patrocinava aconteceria muito perto de onde (e quando) eu estaria. Com um pequeno ajuste na agenda, fui conhecer Sertãozinho.

E valeu cada minuto.

No Canathon, validei algo importante: a essência de um hackathon permanece, mesmo em regiões diferentes, com perfis distintos e propostas próprias. Times resolvendo problemas reais — neste caso, desafios de usinas de cana — guiados por ciclos de mentoria, ideação e prototipação. A mesma lógica que move qualquer evento dessa natureza: gente pensando junto para resolver o que importa e inspirar a cultura da inovação.

Durante a visita, tive a oportunidade de conhecer o SENAI Sertãozinho. Uma estrutura impressionante: bioenergia, CNC, robótica, laboratórios de química, uma usina de produção de álcool…

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E, por alguns instantes, voltei ao tempo em que fui gestora técnica do Parqtel. Me peguei pensando: como seria juntar alunos de diferentes áreas para desafios combinados? Talvez até com a criação de uma incubadora de projetos, como a Inbarcatel… O potencial é enorme — e muito palpável.

Foi nesse momento que Rodrigo instigou: “Vamos sentar e pensar no Canathon Nordeste?” E claro que aceitei.

Aproveito para deixar aqui a provocação: se você concorda e quer se juntar… quem sabe, mais uma vez, o inesperado não reverbera em novas conexões?

Agradeço ao Rodrigo Leitao , ao AgronomiQ e ao SENAI Sertãozinho pela recepção generosa e por abrirem espaço para uma imersão tão rica.

No fim, é disso que eu gosto nos ecossistemas: das pontes que surgem quando a gente aparece, escuta e deixa o presente provocar o futuro.

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